As trilhas sonoras que fizeram meu 2011

Começo este post entrando de sola. Já teve tempos em que eu me puxava em fazer um bom balanço de final de ano, mostrando detalhes de minha vida. No entanto, de uns tempos para cá, comecei a achar esses balanços algo um tanto chumbrega. Principalmente aquela dezena que li no Facebook neste período de réveillon de 2011. Mas para não deixar passar em branco, conto meu 2011 sob a forma de música. Ainda é tempo e 2012 está apenas começando. Destaco então aquelas sonoridades que estiveram em meus ouvidos em momentos marcantes. Confira nesta e nas páginas seguintes deste post…

O ano começou bem. Em janeiro a Moni se formava em Enfermagem. Na entrega do canudo, ela escolheu a animada e universitária (sim, este hit embalou meu curso superior também) John Mellencamp – Hurts so good.

The Outfield – Voices of Babylon foi uma música que estava junto comigo no dia em que estava indo para o aeroporto, em Criciúma, na minha primeira viagem para casa de avião, com a Trip. Até então, só ia para Tubarão de ônibus. Foi uma inovação de 2011.

 

Alanis Morissette – Crazy (Seal cover): Já tive a impressão de ter escutado essa música quando minha mãe trouxe uma versão em italiano da Europa. Quando eu e a Moni fomos para Pernambuco, em junho/julho do ano passado, enquanto ela dormia no trecho Brasília-Recife, eu ficava acordado, cuidando do sono dela, olhando as estrelas e escutando o que tinha no momento na play list do voo da TAM. Justamente aquela música de minha remota lembrança.

REM – Drive: Na hora de lidar com dificuldades e em especial, com o desconhecido. Também me ajudava a enfrentar estas nuvens negras Radiohead – Karma Police.