A força do catarinense

Moro no Rio Grande do Sul há quase sete anos. Mas continuo me sentindo muito catarina. Aliás, sempre transitei com muita naturalidade entre os modos de vida de gaúchos e catarinenses. Sou catarina por pai, gaúcho por mãe.

Como catarinense, sempre achei meus conterrâneos vencedores. E não digo isso em relação ao futebol, já que a situação por lá é triste (e por isso nunca cheguei a torcer para algum time sequer. Hoje tenho apenas uma simpatia pelo Criciúma E.C.).

Desde pequeno ouço meu pai e seus contemporâneos falar sobre o épico episódio da Enchente de 1974 em Tubarão. Embora a tragédia de 2008 no Vale do Itajaí impressione e muito aos olhos e em números, em Tubarão foram oficialmente contabilizados 200 mortos na época, o que a torna a pior tragédia climática de Santa Catarina. Desde então, nada mais aconteceu na mesma intensidade (graças!)

O tempo, sabemos, moldou o homem no Sul do Brasil. Enquanto no Rio Grande do Sul é o frio e o vento, em Santa Catarina é o frio e a chuva. Anos e anos nesta vida fortaleceram este povo, que não se deixa sucumbir diante de cada catástrofe.

Interessante é a campanha publicitária do governo de Santa Catarina, criada pela agência OneWG, lançada recentemente. Ela trabalha com a ideia “Catarinense. A Força é da sua natureza”. Assista o VT abaixo.